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 História do AC/DC

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Gabriel Dias



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Data de inscrição : 27/09/2009

MensagemAssunto: História do AC/DC   Dom Set 27, 2009 12:35 am



A História do AC/DC


O AC/DC foi formado em 1973 em Sydney, na Austrália, pelos irmãos guitarristas Angus e Malcolm Young. Após recrutarem o vocalista Dave Evans, gravaram um single, "Can I Sit Next to You", e passaram dois anos fazendo pequenos shows pela região. Na época, Angus tinha somente 15 anos e sua irmã sugeriu que ele usasse seu uniforme de colégio nas apresentações da banda. Mal sabia ela que estava ajudando a criar uma das marcas registradas do AC/DC...

Em 1975, o AC/DC ganhava sua formação clássica, com Phil Rudd na bateria, Mark Evans no baixo e Bon Scott, então motorista da banda, nos vocais. O disco de estréia, "High Voltage", que foi produzido por George, o irmão mais velho dos Young, saiu em 1976. O álbum chamou a atenção do público e os cinco rapazes caíram na estrada para mostrar o que sabiam fazer melhor: tocar ao vivo.

Com os trabalhos seguintes, "High Voltage" (1974), "TNT" (1975) e "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" (1976) - que depois seria relançado mundialmente - a banda se consolidou no cenário australiano e ganhou seus primeiros fãs na Europa e nos Estados Unidos. Em 1977, o álbum "Let There Be Rock" tornou-se o primeiro disco do AC/DC a entrar nas paradas americanas, o que levou a banda a sair em turnê pelo país.

Nessa época ocorreu a primeira mudança na formação do grupo: saiu o baixista Mark Evans, entrando, em seu lugar, Cliff Williams. O disco seguinte, "Powerage", de 1978, também foi bem aceito, mas não alcançou o sucesso que teria o álbum seguinte, "Highway To Hell", que rendeu aos australianos vários discos de ouro.

No dia 19 de fevereiro de 1980, quando o AC/DC começava a desfrutar o reconhecimento mundial, Bon Scott morreu em Londres, sufocado pelo próprio vômito após uma noite de muita bebedeira. Depois de alguns testes, Brian Johnson foi escolhido para substitui-lo e entrou já no mês seguinte no estúdio para gravar "Back In Black", disco que levou o AC/DC ao topo da parada inglesa e ao 3º lugar da parada americana.

O álbum vendeu mais de 10 milhões de cópias só nos EUA, graças, em grande parte, ao sucesso do single "You Shook Me All Night Long". Até hoje, o trabalho, considerado o maior clássico do grupo, vendeu 20 milhões de cópias no mundo inteiro. Sem parar para recuperar o fôlego, a banda gravou e lançou no ano seguinte outro disco que estouraria em vendas: "For Those About to Rock We Salute You".

Em 1982, o AC/DC sofreu outra mudança em sua formação com a saída do baterista Phil Rudd, que foi substituído por Simon Wright. Depois do lançamento do álbum "Flick of the Switch", de 1983, o grupo entrou numa fase menos iluminada, com vendagens menores e mais uma substituição: saiu Simon (que foi tocar com o Dio) e entrou Chris Slade.

A volta por cima veio com "The Razor´s Edge", de 1990, que emplacou o hit "Thunderstruck". O 16º disco de estúdio do AC/DC, "Ballbreaker", de 1995, que contou com produção do badalado Rick Rubin, foi recebido com as críticas mais positivas de toda a carreira da banda. O trabalho vendeu um milhão de cópias apenas nos primeiros seis meses de seu lançamento e concorreu no Grammy na categoria de "melhor disco de heavy metal".

"Stiff Upper lip" foi lançado em 2000. Apesar de não obter o mesmo sucesso comercial que conseguiu nas décadas de 70 e 80, o AC/DC continua sendo uma das bandas mais influentes e respeitadas do rock, tendo vendido 65 milhões de discos na sua carreira e tornando-se o quinto grupo mais vendido na história das paradas americanas.

Em 2003, toda a discografia do AC/DC foi remasterizada e relançada via Sony Music, com exceção de "Ballbreaker", que só veio em outubro de 2005, e "Stiff Upper Lip", em abril de 2007.

O AC/DC ganhou seu lugar no "Rock and Roll Hall of Fame" em março de 2003 e, em maio do mesmo ano, Malcolm Young foi agraciado com o prêmio "Ted Albert" pelos admiráveis serviços prestados à música australiana no Music Winners Awards, onde fez uma homenagem a Bon Scott. Ainda em 2003, o AC/DC alcançou o posto da quinta maior banda com a maior vendagem na história dos Estados Unidos, de acordo com a RIAA ou Recording Industry Association of America (Associação da America da Industria de Gravação), atrás apenas dos Beatles, Led Zeppelin, Pink Floyd e Eagles. A RIAA também certificou o álbum "Back in Black" com o disco duplo de diamante nos EUA, graças às suas mais de vinte milhões de cópias vendidas na Terra do Tio Sam.

O dia 30/07/2003 se transformou em um dia histórico para a banda, já que nesta data eles dividiram o placo em um show antológico com os Rolling Stones e com o Rush, no festival beneficente "Molson Canadian Rocks for Toronto". O evento concentrou uma platéia de aproximadamente meio milhão de pessoas e serviu como iniciativa para ajudar a cidade a superar os efeitos da epidemia do vírus da SARS, que atingiu o local no mesmo ano.

O ano de 2004 veio com mais uma prova do impacto que o AC/DC teve – e ainda tem – na sua terra natal. No dia 01 de outubro, uma das avenidas centrais de Melbourne, a Corporation Lane, foi renomeada com o nome da banda. Porém, como na cidade é proibido o uso de barras em nomes de rua, as quatro letras foram combinadas, se transformando assim na "ACDC Lane". Lembrando que esta não é a única referência geográfica com o nome do grupo: uma rua em Leganés, na Espanha, recebeu o título de "Calle de AC/DC" em 02/03/2000.

A banda ainda ficou em segundo lugar entre os artistas que mais faturaram na Austrália em 2005 e alcançou a mesma posição em 2006, apesar de não ter nem realizado turnês nem lançado um novo álbum desde 2000.

A empresa Verizon Wireless conseguiu um feito em 2007: ela garantiu os direitos para disponibilizar em sua loja virtual a discografia completa da banda, além do concerto "Live at Donington" em 2008.

Em outubro de 2007, foi lançado o DVD duplo "Plug Me In", com cinco horas de imagens raras, incluindo uma das primeiras performances da banda em uma escola com as músicas "School Days", "T.N.T.", "She´s Got Balls" e "It´s a Long Way to The Top". O disco 1 do DVD contém imagens de shows raros com Bon Scott nos vocais e o disco 2 é dedicado a era Brian Johnson. Há uma edição de colecionador com um terceiro DVD no qual você pode conferir mais shows e entrevistas.
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